SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

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Titular: José Carlos Vido

Casado, nascido em Inubia/SP, estudou Administração nas Faculdades Integradas Campos Salles. Trabalhou como assessor na ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo); como secretário municipal na extinta Secretaria de Controle do Uso do Solo; como presidente na empresa EPO (Escritório de Planejamento de Osasco); como presidente da Prosasco S.A. e da ABEMURB (Associação Brasileira de Entidades de Desenvolvimento Urbano). Foi secretário de Esportes e de Saúde de Osasco. Atuou como chefe de gabinete do prefeito. Em janeiro de 2021 assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação. No novo desafio, Vido encara agora a Secretaria de Assistência Social.

– Coordenar a Política Pública de Assistência Social no município, por meio do Sistema Único de Assistência Social (SUAS)

– Ofertar  serviços, programas, projetos e benefícios de proteção social básica e/ou especial para famílias, indivíduos ou grupos que deles necessitarem;

– Contribuir com a inclusão e a equidade dos usuários e dos grupos específicos, ampliando o acesso aos bens e serviços socioassistenciais básicos e especiais;

– Assegurar que as ações no âmbito da assistência social tenham centralidade na família, e que garantam convivência familiar e comunitária.

– Efetivar a Política de Assistência Social no sentido de facilitar o acesso aos direitos sociais e tornar a ação socioassistencial alcançável pelas demais políticas publicas.

– Promover a igualdade de direitos no acesso e no atendimento, sem discriminação de qualquer natureza, garantindo a equivalência às populações.

  • DEPARTAMENTO DE GESTÃO DO SUAS

Diretora: Eliana Monteiro

DEPARTAMENTO DE GESTÃO DO SUAS
O Departamento da Gestão do Suas possui papel estratégico dentro da pasta da Assistência Social e é compreendido por duas Gerências: a Gerência da Vigilância Socioassistencial e a Gerência da Gestão do Trabalho, Educação Permanente e Regulação do Suas, fruto da recente reforma administrativa efetivada em 2020.  


Vigilância Socioassistencial

A Vigilância Socioassistencial produz, sistematiza e analisa informações sobre os territórios e as situações de vulnerabilidade e risco que incidem sobre famílias e indivíduos para, por meio de tais estudos e diagnósticos, ampliar o conhecimento sobre a realidade do município e as necessidades da população, podendo auxiliar no planejamento e na organização das ações desenvolvidas pelo poder público no território, atendendo às necessidades da população, efetivando seus direitos sociais.  

Contato
Coordenação da Vigilância Socioassistencial
Contato: 2183-6710, atendimento de segunda a sexta, das 8h às 17h
E-mail: vigilanciasocial.sas@osasco.sp.gov.br

Estudos produzidos pelo Departamento

Análise da População Idosa do Município para fins de instalação de Novo Centro de Convivência

Análise Dos Casos em Vulnerabilidade Social no CADÚnico

Análise de Progressão de Demandas e Articulação com Vulnerabilidades Socioassistenciais 2020

Análise do Benefício de Prestação Continuada para PCDs 2021 

Análise dos Afastamentos de Trabalhadores por Suspeita de Covid-19

Ficha de Identificação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil -PETI

Notas sobre a Localização e Quantificação de Vulnerabilidades Sociais no município de Osasco

Carta de Serviços da Família Acolhedora


Gestão do Trabalho, Educação Permanente e Regulação do SUAS

A Gestão do Trabalho, Educação Permanente e Regulação do SUAS objetiva a criação e manutenção de estruturas de referência técnica e institucional no âmbito do trabalho, o estabelecimento de uma rede de formação permanente dos trabalhadores, pressupondo processos unificados e construídos coletivamente com as equipes dos equipamentos. No escopo da Regulação do SUAS, atua com a legislação pertinente à Política de Assistência Social, para definição de mecanismos e instrumentos da gestão do SUAS, propondo normas e procedimentos que uniformizem institucionalmente a prática regulatória. 

DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL

Análise dos Beneficiários BPC – Pessoas com Deficiência 2021. Baixe aqui

Diretora do Departamento de Proteção Social Especial
Nome: Danielle Silva Bueno
Endereço: Rua Dom Ercílio Turco, 180 – Bela Vista
Telefone: 97394-4193

UNIDADES

  • CENTRO POP

Cleonice Pereira Cardoso – Gerente Administrativo

Endereço: Rua Martins Afonso, 244 – Jardim Piratininga

Telefone: 3599-3480 / 3602-5465 / 94288-6806

Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª, das 8h às 17h

  • CREAS NORTE

Márcia Samartini da Silva – Gerente Administrativo
Endereço: Av. São José, 162 – Vila Ayrosa
Telefone: 3599-7716 / 3656-5594 / 94288-9254

Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª, das 8h às 17h

  • CREAS SUL

Tânia Aparecida Lima Pessoa – Gerente Administrativo
Endereço: Rua Capistrano de Abreu, 274 – Jaguaribe
Telefone: 3698-5727 / 3698-6221 / 08007710433
Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª, das 8h às 17h

  • CASA VIDA NOVA

Juliane Cristine de Lima – Gerente Administrativo
Tel: 3681-2819 / 3682-2550
Horário de Funcionamento: 24h

  • CASA NOVA ESPERANÇA

Tânia Regina dos Santos – Gerente Administrativo
Telefone: 3609-6899
Horário de Funcionamento: 24h

  • SERVIÇO DE ACOLHIMENTO ADULTO CENTRO

Michelle Oliveira Fiuza – Gerente Administrativo

Endereço: R. Dr. Mariano Jatatti Marcondes Ferraz, 418 – Centro

Telefone: 3656 2543
Horário de Funcionamento: 24h

  • SERVIÇO DE ACOLHIMENTO ADULTO ROCHDALE MASCULINO

Rosimary Aparecida Biazzotti Silva – Gerente Administrativo

Endereço: Rua Belo Horizonte, 87 – Rochdale

Telefone: 3654-2869

Horário de Funcionamento: 24h

  • SERVIÇO DE ACOLHIMENTO ADULTO ROCHDALE FEMININO E FAMÍLIA

Osmar Ferreira Silva – Gerente Administrativo

Endereço: Rua Belo Horizonte, 87 Rochdale

Telefone: 3654 1996

Horário de Funcionamento: 24h

  • ULPI – UNIDADE DE LONGA PERMANÊNCIA DE IDOSO

Fernanda Venâncio Cesar – Gerente Administrativo

Endereço: R. Joaquim Félix Ribeiro, 831 – Vila Yolanda

Tel: 3605-9531

Horário de Funcionamento: 24h

Texto adicionais

CREAS

Objetiva acolher pessoas em situação de rua e desabrigo por abandono, migração e ausência de residência ou pessoas em trânsito e sem condições de auto sustento. O público atendido é adulto, de ambos os sexos que estejam enfrentando situações citadas acima. A característica desse serviço é auto-gestão e os encaminhamentos se dão pela avaliação técnica do CREAS POP.

ALBERGUE

Objetiva acolher temporariamente, pessoas em situação de rua e desabrigo por abandono, migração e ausência de residência ou pessoas em trânsito e sem condições de auto sustento. O atendido é adulto, de ambos os sexos que estejam enfrentando situações citadas acima. A porta de entrada é pelo serviço de abordagem social de rua, procura espontânea, encaminhamentos da rede Socioassistencial.

CASAS

Serviço de acolhimento provisório, excepcional para crianças e adolescentes, cujas famílias ou responsáveis encontrem-se temporariamente impossibilitados de cumprir sua função de cuidado e proteção. Esse serviço caracteriza-se por Casa de Passagem; é intermediário entre avaliação técnica (SAPS, Vara da Infância e Juventude e Conselho Tutelar), para as definições dos encaminhamentos. Destina-se a crianças e adolescentes, do sexo feminino ou masculino de 06 a 17anos e 11. As crianças e adolescentes acolhidos neste equipamento são encaminhadas, necessariamente, pela Vara da Infância e Juventude – VIJ e pelo Conselho Tutelar – CT.

DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA

Confira as Unidades dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS)

Diretora de Proteção Social Básica:

Nome: Paulete Aparecida da Silva

Endereço: Rua Dom Ercílio Turco,180 – Bela Vista / Cep.: 06080-000

Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

Telefone: 2183-6727 / 2183-6731 / (11) 97550-5812

e-mail: dpsb.sas@osasco.sp.gov.br

Unidade: Centro de Atenção a Terceira Idade – CATI

Nome: Sirlei Mendonça Oliveira
Cargo: Gerente Administrativa
Tel.: (11) 2183-6736 / (11) 98481-6899

Endereço: Rua Dom Ercílio Turco,180 – Bela Vista / Cep.: 06080-000

Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: cati.saps@osasco.sp.gov.br

  • Unidade: Cras Bonança

Nome: Vilta Alves Rodrigues

Cargo: Gerente Administrativa

Tel.: (11) 3654-2912 / (11) 95161-2805

Endereço: Rua Antônio Jacinto Rangon, 45 – Jardim Bonança / Cep.: 06266-280

Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: crasbonanca.sas@osasco.sp.gov.br

*Instalado dentro das dependências do CEU das Artes do Jardim Bonança

  • Unidade: Cras 1º de Maio

Nome: Almerinda Cardoso Machado da Rosa (Nena)

Cargo: Gestora Administrativa

Tel.: Telefone: (11) 3685-0509 / (11) 95446-2354

Endereço: Rua Nelson Mandela, s/nº – Jardim Primeiro de Maio / Cep: 06083-080

Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: admcras1demaio@gmail.com

*Instalado dentro das dependências do CEU das Artes 1º de Maio

  • Unidade: Cras Km 18

Nome: Regina Nogueira da Cunha

Cargo: Gerente Administrativa

Telefone: (11) 3607-1419 / (11) 3607-2346 / (11) 98616-4405

Endereço: Rua Vitório Tafarello, 578, Km 18 / Cep.: 06192-150
Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: craskm18.sas@osasco.sp.gov.br

  • Unidade: Cras Munhoz

Nome: Monica de Souza Mariano Santos

Cargo: Gerente Administrativa

Telefone: (11) 3602-0390 / (11) 3656-7570 (11) 98288-1341

Endereço: Rua Vereador Sadamitu Omosako, 112 – Jardim Munhoz Júnior / Cep.: 06240-190
Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: crasmunhoz.sas@osasco.sp.gov.br

  • Unidade: CRAS Padroeira

Nome: David Souza Machado

Cargo: Gerente Administrativa

Tel.: (11) 3608-3039 / (11) 97160-7315

Endereço: Avenida Padroeira, s/nº, Jardim Padroeira / Cep.: 06162-215

Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: craspadroeira.sas@osasco.sp.gov.br

  • Unidade: Cras Piratininga

Nome: Fatima Regina Ribeiro

Cargo: Gerente Administrativa

Tel.: (11) 3656-4509 / (11) 96176-8271 / 96513-8085

Endereço:  Rua Martin Afonso, 244, Jardim Piratininga / Cep.: 06233-130
Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: craspiratininga.sas@osasco.sp.gov.br

  • Unidade: Cras Rochdale

Nome: Lucimara da Silva Viana

Cargo: Gerente Administrativa

Tel.: (11) 3691-8074 / (11) 96633-5831

Endereço: Rua Águas de Lindóia, 425- Jd. Rochdale / Cep.: 06223-160
Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: crasrochdale.sas@osasco.sp.gov.br

  • Unidade: Cras Santo Antônio

Nome: Erlan Severino de Lira

Cargo: Gerente Administrativo

Tel.: (11) 3699-4201 / (11) 3685-1989 / (11) 95428-7679

Endereço: Rua Marte, 50, Jd. Santo Antônio / Cep.: 06132-290

Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: crassantoantonio.sas@osasco.sp.gov.br

  • Unidade: Cras Veloso

Nome: Socorro Silva dos Santos Oliveira

Cargo: Gerente Administrativa

Tel.: (11) 3692-5952 / (11) 3609-8826 / (11) 95953-5452

Endereço:  Avenida Sarah Veloso, 299, Jardim Veloso/ Cep.: 06150-000
Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: crasveloso.adm@gmail.com

  • Unidade: Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculo Vila Yara

Nome: Maria Aparecida Marion de Meira

Cargo: Gerente Administrativa

Tel.: (11) 3654-2897 / (11) 96469-0575

Endereço:  Rua Benedito Soares Fernandes, 7 – V. Yara / Cep.: 06020-070

Horário de Funcionamento:  De segunda-feira a sexta-feira das 08h às 17h

e-mail: ccfv.sas@osasco.sp.gov.br

COMO FUNCIONA
O Serviço consiste em cadastrar e capacitar famílias da comunidade para receberem em suas casas por um período indeterminado, bebês, crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de risco pessoal e social. Trata-se de uma política pública que garante o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes separados de suas famílias, até sua reintegração familiar ou adoção.

Família Acolhedora é um trabalho voluntário. Entretanto, enquanto estiver com a criança, a família recebe uma bolsa auxílio no valor aproximado de um salário mínimo para auxiliar nas despesas da criança acolhida.

QUEM PODE SE CADASTRAR
Para se cadastrar você precisa: morar em Osasco ou municípios vizinhos; ter mais de 25 anos; não ter interesse em adoção; estar em boas condições de saúde física e mental; ter a concordância de todos os membros da família; ter disponibilidade para participar do processo de habilitação e das atividades do serviço; ter uma fonte de renda além da bolsa auxílio; não estar respondendo a nenhum processo criminal ou relacionado à infância e juventude.

COMO PARTICIPAR
Se você tem interesse em Participar, 
A pessoa interessada em participar como voluntário não precisa ser casada. No entanto, é necessário que tenha uma rede de apoio familiar, como pais ou irmãos, para que a criança seja assistida 24 horas por dia. O interessado não pode estar inscrito em programas de adoção. A família acolhedora tem apenas a guarda provisória do jovem e, em casos de viagem com o mesmo, por exemplo, tem de solicitar autorização do juiz.

Cadastre-se no site oficial http://www.familiacanguru.osasco.sp.gov.br/
Mais informações nos telefones (11) 2183-6723 / (11) 99689-6568
E-mail para: familiacanguru.sas@osasco.sp.gov.br

CARTA DE SERVIÇOS DA FAMÍLIA ACOLHEDORA

Acesse aqui

Baixe aqui o Relatório da Situação de Crianças e Adolescentes do Município de Osasco

PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL – PETI

O município de Osasco, por meio da Secretaria de Assistência Social, tem trabalhado para combater o trabalho infantil.
Contribua denunciando situações de exploração infantil. Disque 100 ou 156 (156 ou 3651-7080). O atendimento é sigiloso e gratuito e funciona 24h/dia, sete dias da semana.

Ficha de Identificação do Programa de Erradicação de Combate ao Trabalho Infantil

Baixe aqui

Endereço: Rua Dom Ercílio Turco , 180 – Vila Osasco

Contato: (11) 2183-6711  ou (11) 2183-6700

E-mail: sas@osasco.sp.gov.br

 

Carta de Serviços

Serviços de Proteção Social Especial de Média Complexidade:  

Centro de Referência Especializado em Assistência Social – Norte 

Centro de Referência Especializado em Assistência Social – Centro Sul 

  • Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos – PAEFI; 

Conforme Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais – Resolução n.º 109 (CNAS) – “Serviço de apoio, orientação e acompanhamento a famílias com um ou mais de seus membros em situação de ameaça ou violação de direitos. Compreende atenções e orientações direcionadas para a promoção de direitos, a preservação e o fortalecimento de vínculos familiares, comunitários e sociais e para o fortalecimento da função protetiva das famílias diante do conjunto de condições que as vulnerabilizam e/ou as submetem a situações de risco pessoal e social. O atendimento fundamenta-se no respeito à heterogeneidade, potencialidades, valores, crenças e identidades das famílias. O serviço articula-se com as atividades e atenções prestadas às famílias nos demais serviços socioassistenciais, nas diversas políticas públicas e com os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos. Deve garantir atendimento imediato e providências necessárias para a inclusão da família e seus membros em serviços socioassistenciais e/ou em programas de transferência de renda, de forma a qualificar a intervenção e restaurar o direito. ” 

TRABALHO SOCIAL ESSENCIAL AO SERVIÇO: Acolhida; escuta; estudo social; diagnóstico socioeconômico; monitoramento e avaliação do serviço; orientação e encaminhamentos para a rede de serviços locais; construção de plano individual e/ou familiar de atendimento; orientação sociofamiliar; atendimento psicossocial; orientação jurídico-social; referência e contra-referência; informação, comunicação e defesa de direitos; apoio à família na sua função protetiva; acesso à documentação pessoal; mobilização, identificação da família extensa ou ampliada; articulação da rede de serviços socioassistenciais; articulação com os serviços de outras políticas públicas setoriais; articulação interinstitucional com os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos; mobilização para o exercício da cidadania; trabalho interdisciplinar; elaboração de relatórios e/ou prontuários; estímulo ao convívio familiar, grupal e social; mobilização e fortalecimento do convívio e de redes sociais de apoio. 

  • Serviço de Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento de Medida Socioeducativa de Liberdade Assistida – LA, e de Prestação de Serviços à Comunidade – PSC; 

 Conforme Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais: SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL A ADOLESCENTES EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE LIBERDADE ASSISTIDA (LA) E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE (PSC)  

O serviço tem por finalidade prover atenção socioassistencial e acompanhamento a adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, determinadas judicialmente. Deve contribuir para o acesso a direitos e para a resignificação de valores na vida pessoal e social dos (as) adolescentes e jovens. Para a oferta do serviço faz-se necessário a observância da responsabilização face ao ato infracional praticado, cujos direitos e obrigações devem ser assegurados de acordo com as legislações e normativas específicas para o cumprimento da medida. Na sua operacionalização é necessário a elaboração do Plano Individual de Atendimento (PlA) com a participação do (a) adolescente e da família, devendo conter os objetivos e metas a serem alcançados durante o cumprimento da medida, perspectivas de vida futura, dentre outros aspectos a serem acrescidos, de acordo com as necessidades e interesses do (a) adolescente. O acompanhamento social ao (a) adolescente deve ser realizado de forma sistemática, com frequência mínima semanal que garanta o acompanhamento contínuo e possibilite o desenvolvimento do PIA. 

 TRABALHO SOCIAL ESSENCIAL AO SERVIÇO: Acolhida; escuta; estudo social; diagnóstico socioeconômico; referência e contra referência; trabalho interdisciplinar; articulação interinstitucional com os demais órgãos do sistema de garantia de direitos; produção de orientações técnicas e materiais informativos; monitoramento e avaliação do serviço; proteção social proativa; orientação e encaminhamentos para a rede de serviços locais; construção de plano individual e familiar de atendimento, considerando as especificidades da adolescência; orientação sociofamiliar; acesso a documentação pessoal; informação, comunicação e defesa de direitos; articulação da rede de serviços socioassistenciais; articulação com os serviços de políticas públicas setoriais; estímulo ao convívio familiar, grupal e social; mobilização para o exercício da cidadania; desenvolvimento de projetos sociais; elaboração de relatórios e/ou prontuários. 

  

  • SERVIÇO ESPECIALIZADO EM ABORDAGEM SOCIAL  

Conforme Tipificação de Serviços Socioassistenciais – Resolução n.º 109 – Serviço ofertado de forma continuada e programada com a finalidade de assegurar trabalho social de abordagem e busca ativa que identifique, nos territórios, a incidência de trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes, situação de rua, dentre outras. Deverão ser consideradas praças, entroncamento de estradas, fronteiras, espaços públicos onde se realizam atividades laborais, locais de intensa circulação de pessoas e existência de comércio, terminais de ônibus, trens, metrô e outros. O Serviço deve buscar a resolução de necessidades imediatas e promover a inserção na rede de serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas na perspectiva da garantia dos direitos. 

TRABALHO SOCIAL ESSENCIAL AO SERVIÇO: Proteção social proativa; conhecimento do território; informação, comunicação e defesa de direitos; escuta; orientação e encaminhamentos sobre/para a rede de serviços locais com resolutividade; articulação da rede de serviços socioassistenciais; articulação com os serviços de políticas públicas setoriais; articulação interinstitucional com os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos; geoprocessamento e georeferenciamento de informações; elaboração de relatórios 

 2 – Requisitos e Documentos necessários para acessar o Serviço Oferecido: 

 São atendidas indivíduos e famílias em situação de violação de direitos. Para o início do atendimento requer-se um relatório social do órgão encaminhador com a descrição de dados pessoais, e qual violação identificada que demanda o acompanhamento. É possível acessar o serviço por demanda espontânea. No atendimento é solicitado documentos pessoais para registro nos instrumentais do equipamento social. 

 3 – Etapas para a realização do Serviço Ofertado: 

 Acolhida e referenciamento técnico para o início do acompanhamento. A partir deste acompanhamento constrói-se conjuntamente com o usuário o PAF/PAI (Plano de Acompanhamento Familiar e ou individual). 

 4 – Prazo para a entrega do Serviço Ofertado: 

Não há um prazo determinado para a conclusão do acompanhamento técnico junto aos usuários referenciados no serviço. As ações são desenvolvidas de acordo com o avanço no atendimento das demandas e na superação das situações de violações. Fica a critério do técnico estabelecer o encerramento do caso a partir de suas avaliações. De acordo com as demandas identificadas a resposta das políticas públicas são imprescindíveis e impactam no tempo de acompanhamento/encerramento. 

5 – Forma de Prestação de Serviço: 

Por execução direta municipal em caráter continuado. 

6 – Formas de comunicação com o solicitante do Serviço Ofertado:  

A comunicação é realizada presencialmente, por contatos telefônicos, e-mails e ou reuniões. Ainda, é possível de o envio de relatórios informativos, emitidos de acordo com a avaliação do profissional. 

7 – Locais e as formas de acessar o Serviço Oferecido: 

Creas Norte  

Av. São José, 162 – Vl. Ayrosa – Osasco – SP 

3656-5594 ou 3599-7716 

 

coordenacaocreasnorte@osasco.sp.gov.br 

 

Creas Centro Sul  

  1. Capistranode Abreu, 274 – Vl. Jaguaribe – Osasco – SP

3698-6221 ou 3694-5727 

 

coordenacaocreascentrosul@osasco.sp.gov.br 

 

O Acesso se dá por demanda espontânea e/ou encaminhamentos da rede de serviços. 

 

Q1 – Há prioridade no atendimento? 

 

Os casos encaminhados pelos serviços da rede socioassistencial e Intersecretarial são avaliados pela coordenação técnica do CREAS, a qual, avalia as situações e busca priorizar atendimentos de extrema gravidade. Os casos encaminhados pelo CRAS e SAICA têm prioridade no acompanhamento técnico dentre as solicitações. 

 

Q2 – Qual o tempo (médio) de espera para o atendimento? 

 

O acompanhamento técnico demanda um maior tempo ao referenciamento (variável). O tempo de atendimento é imediato para orientações diretamente nos equipamentos sociais. As unidades têm demanda reprimida. 

 

Q3 – Sobre o Sistema de Sinalização Visual das Unidades de atendimento? Os Elementos básicos foram instaladas? 

 

No CREAS Norte há placa de identificação; 

No CREAS Centro Sul não há placa de identificação desde a mudança de endereço em dezembro/20 (aguardando colocação da Placa). 

 

Q4 – Sobre acessibilidade, limpeza e conforto. Há condições mínimas nas Unidades de Atendimento? 

 

Sim, há condições acerca de acessibilidade, limpeza e nas unidades. Os equipamentos estão lotados em prédio que não contemplam a todas as necessidades dos usuários/profissionais. 

 

Q5 – Há Procedimento estabelecido caso o Sistema de Informatização estiver indisponível? 

 

Utilizamos prontuário físico para registro dos atendimentos aos usuários, não dispomos de Sistema Informatizado para os referidos registros. Não disponibilização de sites e/ou plataformas aos usuários. 

1 – Serviço Oferecido: 

 

Serviço Socioassistencial de Alta Complexidade. 

Segundo a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, trata-se de acolhimento para pessoas idosas com 60 anos ou mais, de ambos os sexos, independentes. A natureza do acolhimento deverá ser provisória e, excepcionalmente, de longa permanência quando esgotadas todas as possibilidades de autossustento e convívio com os familiares. 

2 – Requisitos e Documentos necessários para acessar o Serviço Oferecido: 

 

É previsto para pessoas idosas que não dispõem de condições para permanecer com a família, com vivência de situações de violência e negligência, em situação de rua e de abandono, com vínculos familiares fragilizados ou rompidos. 

Para ser acolhido é necessário relatório médico informando grau de dependência 1 (Resolução RDC 283/2005) da usuária/do usuário e relatório de um dos equipamentos socioassistenciais, informando sobre o esgotamento de outras possibilidades de manutenção da pessoa idosa em convívio familiar e comunitário. 

Os usuários são acolhidos por requisição de serviços de políticas públicas setoriais, CREAS, demais serviços socioassistenciais, Ministério Público ou Poder Judiciário, portanto, não recebe demanda espontânea. 

3 – Etapas para a realização do Serviço Ofertado: 

 

Após o encaminhamento pela rede socioassistencial o usuário é inserido em fila de espera gerenciada por uma Comissão Intersecretarial de Vagas em ILPI (Saúde e Assistência Social). 

Após a disponibilização da vaga, a usuária/o usuário faz uma visita na unidade para conhece-la e posteriormente passa por entrevista técnica, quando é desenhado um Plano Individual de Acompanhamento (PIA) pela equipe de referência na Unidade e depois por um período de adaptação antes do seu acolhimento definitivo. 

Após o acolhimento, o usuário assina um termo de convivência e regras institucionais e passa a participar das atividades e acompanhamento socioassistencial. 

4 – Prazo para a entrega do Serviço Ofertado: 

 

Não existe prazo para entrega do serviço, uma vez que o acolhimento institucional se perdura, enquanto houver a necessidade do usuário/da usuária. 

5 – Forma de Prestação de Serviço: 

Serviço prestado pela Administração Direta Municipal em caráter continuado. 

6 – Formas de comunicação com o solicitante do Serviço Ofertado:  

 

A comunicação é realizada presencialmente com os usuários já acolhidos e as pessoas em fila de espera, permanecem em acompanhamento pela rede de serviços socioassistenciais. 

7 – Locais e as formas de acessar o Serviço Oferecido: 

 

Endereço: Rua Joaquim Félix Ribeiro, 831 – Vila Yolanda. 

Para acessar o Serviço o munícipe deve ser encaminhado por requisição de serviços de políticas públicas setoriais, CREAS, demais serviços socioassistenciais, Ministério Público ou Poder Judiciário, portanto, não recebe demanda espontânea. 

Q1 – Há prioridade no atendimento? 

 

Sim, a Comissão Intersecretarial de Vagas prioriza os seguintes segmentos populacionais para atendimento: 

  • Pessoa Idosa com Deficiência 
  • Pessoa Idosa com mais de 80 anos 
  • Pessoa sem Rede de Apoio Familiar  
  • Pessoa sem Acesso à Renda 
  • Pessoa de Referência no cuidado é autora de violência 
  • Cor, raça e etnia (população negra e indígena) 
  • Mulheres 
  • Público LGBTQIA+ 
  • Pessoa em Situação de Rua  
  • Migrantes/refugiados 

Q2 – Qual o tempo (médio) de espera para o atendimento? 

O tempo de espera tem característica sazonal, pois depende de desligamento dos usuários da unidade para a disponibilização de vagas, assim o tempo de espera pode ser variável. 

Q3 – Sobre o Sistema de Sinalização Visual das Unidades de atendimento? Os Elementos básicos foram instaladas? 

A unidade possui Placa de Identificação, conforme prevê as orientações técnicas vigentes. 

Q4 – Sobre acessibilidade, limpeza e conforto. Há condições mínimas nas Unidades de Atendimento? 

A unidade é térrea com condições de acessibilidade e são seguidos os fluxos e protocolos de higiene para garantir um espaço adequado às necessidades biopsicossociais das usuárias/dos usuários. 

Q5 – Há Procedimento estabelecido caso o Sistema de Informatização estiver indisponível? 

Na unidade não é utilizado o Sistema de Informatização/Prontuário Eletrônico, todas as informações são registradas em prontuário físico. Não é disponibilizado por via eletrônica o atendimento aos munícipes, apenas presencial. 

 

 

1 – Serviço Oferecido:  

 

Acolhimento familiar, em residências de famílias acolhedoras cadastradas, de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por meio de medida protetiva, em função de abandono ou cujas famílias ou responsáveis encontrem-se temporariamente impossibilitados de cumprir sua função de cuidado e proteção, até que seja viabilizado o retorno ao convívio com a família de origem ou, na sua impossibilidade, encaminhamento para adoção.  

 

 

 

2 – Requisitos e Documentos necessários para acessar o Serviço Oferecido:  

 

O requisito é estar inserido em medida protetiva de acolhimento e dentro da faixa etária de 0 à 18 anos incompletos. Os documentos necessários são a determinação judicial da inserção da criança ou adolescente em medida protetiva ou em casos emergenciais encaminhamento do Conselho Tutelar mediante Termo de Entrega. 

 

3 – Etapas para a realização do Serviço Ofertado:  

 

Cadastramento, seleção e formação de pessoas da comunidade interessadas em se tornarem Famílias Acolhedoras pela equipe técnica do Serviço.  

Recebimento da criança/adolescente encaminhados via Poder Judiciário ou Conselho Tutelar 

Acompanhamento do acolhimento familiar pela equipe técnica do Serviço, mediante atendimentos à família acolhedora e ao acolhido 

Acompanhamento à família de origem da criança/adolescente acolhido visando a reintegração familiar 

Acompanhamento da situação processual do acolhido até a extinção da medida protetiva de acolhimento pelo Poder Judiciário, que ocorre com o retorno à família de origem ou, na impossibilidade, encaminhamento para família substituta.  

 

 

4 – Prazo para a entrega do Serviço Ofertado: 

 

Não há prazo determinado. A oferta do serviço se encerra mediante a extinção da medida de acolhimento determinada pelo Poder Judiciário, com o retorno da criança/adolescente à família de origem ou, na impossibilidade, seu encaminhamento à família substituta.  

 

 

5 – Forma de Prestação de Serviço: 

 

O serviço é prestado através de atendimentos individuais, grupais, contatos telefônicos freqüentes e visitas domiciliares com todos os envolvidos: criança/ adolescente, família de origem e família acolhedora.  

 

6 – Formas de comunicação com o solicitante do Serviço Ofertado:  

 

A comunicação com o Poder Judiciário, solicitante do Serviço ofertado, ocorre mediantes relatórios encaminhados periodicamente, bem como participação em audiências concentradas trimestralmente para avaliação do caso.  

 

7 – Locais e as formas de acessar o Serviço Oferecido: 

 

O Serviço conta com uma sede, localizada na Secretaria de Assistência Social do município. O acesso ocorre mediante determinação judicial de medida protetiva de acolhimento ou, em situações emergenciais, encaminhamento do Conselho Tutelar.  

 

Q1 – Há prioridade no atendimento? 

 

Não existe prioridade, uma vez que o acesso ao serviço ocorre mediante determinação judicial ou, em casos emergenciais, encaminhamento do Conselho Tutelar.  

 

Q2 – Qual o tempo (médio) de espera para o atendimento? 

 

Não há previsão do tempo médio de espera. O número de Famílias Acolhedoras cadastradas é insuficiente para abarcar o número de acolhidos no município. Dessa forma, quando não há famílias disponíveis para receber a criança/ adolescente no momento da determinação da medida protetiva de acolhimento, esta é encaminhada para um SAICA – Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes do município.  

 

Q3 – Sobre o Sistema de Sinalização Visual das Unidades de atendimento? Os Elementos básicos foram instaladas? 

Sim, os elementos básicos de sinalização visual foram instalados na sede do serviço.  

 

Q4 – Sobre acessibilidade, limpeza e conforto. Há condições mínimas nas Unidades de Atendimento? 

Sim. A sede do serviço é um ambiente bastante acolhedor, dispondo de sala para realização de visitas dos familiares de origem ou aproximação com famílias substitutas. Esta sala dispõe de recursos pedagógicos e lúdicos que facilitam essa interação. Além disso, outra sala bastante acolhedora está preparada para receber acolhimentos emergenciais, antes do encaminhamento da criança/ adolescente à família acolhedora, e conta com cama, berço, trocador, etc. A sede do serviço dispõe ainda de salas para os profissionais da área técnica e administrativa, bem como sala de reuniões onde são realizadas as supervisões grupais das Famílias Acolhedoras. O local dispõe de acessibilidade para cadeirantes, uma vez que é plano e a limpeza é realizada diariamente pelo mesmo profissional que a executa nas demais dependências da Secretaria de Assistência Social.  

 

Q5 – Há Procedimento estabelecido caso o Sistema de Informatização estiver indisponível? 

 

Sim, uma vez que todas as informações são registradas em prontuário físico. 

 

 

1 – Serviço Oferecido: 

 

O Centro de Convivência para Idoso compõem a Rede Socioassistencial do município. O Serviço a ser oferecido nos Centros de Convivência do Idoso encontra-se tipificado como Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, no âmbito da Proteção Social Básica e conforme Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais. Tem por foco o desenvolvimento de atividades que contribuam no processo de envelhecimento saudável, no desenvolvimento da autonomia e da sociabilidade, no fortalecimento de vínculos familiares e do convívio comunitário e na prevenção de situações de risco social e o desenvolvimento da autonomia e de sociabilidade dos idosos. 

A Proteção Social Básica tem como objetivo prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições e/ou fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, através da oferta de serviços nos equipamentos dos CRAS e Centros de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. 

O Serviço de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos – SCFV é um serviço ofertado de forma complementar ao trabalho social com famílias realizado por meio do Serviço de Proteção e Atendimento Integral às Famílias (PAIF) e do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado às Famílias e Indivíduos (PAEFI), da Proteção Social Especial. É uma forma de intervenção social planejada que cria situações desafiadoras, estimula e orienta os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais, coletivas e familiares. O SCFV possui um caráter preventivo e proativo, pautado na defesa e afirmação de direitos e no desenvolvimento de capacidades e potencialidades dos usuários, com vistas ao alcance de alternativas emancipatórias para o enfrentamento das vulnerabilidades sociais. 

 

 

 

2 – Requisitos e Documentos necessários para acessar o Serviço Oferecido: 

 

 

  • Usuários territorialmente referenciados nos Centros de Referência de Assistência Social – CRAS.  

 

O Acesso para participar do Centro de Convivência, SCFV – direto, se dá através de encaminhamento da equipe técnica de referência do Centro de Referência da Assistência Social – (CRAS – PAIF) e Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CRAS – PAEFI), rede socioassistencial, encaminhamento das demais políticas públicas e procura espontânea.  

 

 

3 – Etapas para a realização do Serviço Ofertado: 

 

Os usuários do Centro de Convivência – SCFV são divididos em grupos a partir de faixas etárias, considerando as especificidades dos ciclos de vida. Assim as ações do SCFV são norteadas por eixos, conforme os ciclos de vida: Idosos. 

Eixos a serem trabalhados: convivência social e intergeracional, envelhecimento ativo e saudável, autonomia e protagonismo.  

A organização dos grupos fundamenta-se na compreensão acerca das especificidades e desafios relacionados a cada estágio da vida dos indivíduos. É preciso levar em conta a complexidade das vulnerabilidades vivenciadas pelos indivíduos que compõem o grupo e, ainda, as estratégias de intervenção que serão adotadas. 

 

4 – Prazo para a entrega do Serviço Ofertado: 

 

O SCFV é ofertado de modo contínuo.  

 

5 – Forma de Prestação de Serviço: 

 

Organiza-se em grupos, considerando as especificidades do seu ciclo de vida, de modo a ampliar as trocas culturais e de vivências entre os usuários, com o objetivo de desenvolver seu sentimento de pertença e de identidade. O serviço ofertado no Centro de Convivência deve garantir aos usuários a segurança de acolhida, desenvolvimento da autonomia individual e a segurança de convívio familiar e comunitário. De forma a contribuir para: 

  •  Um processo de envelhecimento ativo, saudável e autônomo; 
  • Assegurar espaço de encontro para os idosos e encontros intergeracionais de modo a promover a sua convivência familiar e comunitária; 
  • Detectar necessidades e motivações e desenvolver potencialidades e capacidades para novos projetos de vida; 
  • Propiciar vivências que valorizam as experiências e que estimulem e potencializem a condição de escolher e decidir, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia e protagonismo social dos idosos. 

 

6 – Formas de comunicação com o solicitante do Serviço Ofertado:  

 

Através de grupos.  

Devido o momento atual, pandemia Covid-19, os grupos, quando possível, estão sendo realizados remotamente: Via  WhatsApp institucional e/ou google meet.  

Acompanhamento do usuário remotamente: por telefone ou WhatsApp institucional.    

Formulário de acompanhamento emergencial do SCFV – COVID -19. Com o objetivo de identificar a situação atual dos usuários/idosos atendidos pelos Centros de Convivência no que refere a: 

 

  • Saúde 
  • Renda 
  • Acesso à Informação 
  • Rede de Apoio e Convivência 

 

Em processo de atendimento rotineiro (fora do cenário de Pandemia) das Unidades o atendimento se estrutura: 

 

  • Acolhida 
  • Escuta Técnica Qualificada 
  • Inclusão nos serviços 
  • Acompanhamento Individual e/ou grupo 
  • Visitas domiciliares 
  • Contatos telefônicos 

 

7 – Locais e as formas de acessar o Serviço Oferecido: 

 

O acesso para participar do Centro de Convivência – SCFV se dá através de encaminhamento da equipe técnica do PAIF / CRAS, da equipe técnica do PAEFI / CREAS, rede socioassistencial, encaminhamento das demais políticas públicas e procura espontânea do usuário.  

 

Centros de Convivência que executam o SCFV – Direto:  

 

CATI – Centro de Atenção à Terceira Idade 

Endereço: Dom Ercílio, 180 – Bela Vista. 

Tel.: (11) 2183-6736  

Horário de Funcionamento: De segunda a sexta-feira das 08h às 17h 

 

Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Vila Yara 

Endereço: Rua Benedito Soares Fernandes, 7 – Vl. Yara 

Tel.: (11) 3654-2897 

Horário de Funcionamento: De segunda a sexta-feira das 08h às 17h 

 

 

Q1 – Há prioridade no atendimento? 

Podem participar do SCFV  todos os que dele necessitarem, com destaque para os usuários descritos na Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais. Os idosos atendidos são aqueles com idade igual ou superior a 60 anos, e que se encontram em situação de vulnerabilidade social, em especial: 

  • Idosos beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC); 
  • Idosos de famílias beneficiárias de Programas de Transferência de Renda; 
  • Idosos com vivências de isolamento por ausência de acesso a serviços e oportunidades de convívio  familiar e comunitário e cujas necessidades, interesses e disponibilidade indiquem a inclusão no serviço. 
  • Vivência de violência e/ou negligência;  

 

Q2 – Qual o tempo (médio) de espera para o atendimento? 

 

Não a tempo de espera para o atendimento no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. 

Nos Cras há placas de identificação dos banheiros feminino e masculino e aos destinado ao público PCDs. Identificação das salas técnicas e de atividades 

Há condições de acessibilidade aos PCDs e idosos. Todos os ambientes oferecem condições de atendimento, são limpos e arejados. 

O procedimento de atendimento aos munícipes é realizado por prontuários físico, e não por sistema informatizado. 

 

 

1 – Serviço Oferecido: 

 

A Proteção Social Básica tem como objetivo prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições e/ou fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, através da oferta de serviços nos equipamentos dos CRAS e Centros de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. 

O Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família – PAIF é o principal serviço da proteção social básica que desenvolve o trabalho social com famílias. O PAIF é oferecido em todos os Centros de Referência de Assistência Social – CRAS, do Município (CRAS 1. De Maio, CRAS Bonança, CRAS km18, CRAS Munhoz, CRAS Padroeira, CRAS Piratininga, CRAS Rochdale, CRAS Santo Antônio e CRAS Veloso).  

Oferta ações socioassistenciais de prestação continuada, por meio do trabalho social com famílias em situação de vulnerabilidade social, e tem como objetivos: 

  • Fortalecer a função protetiva da família, contribuindo na melhoria da sua qualidade de vida; 
  • Prevenir a ruptura dos vínculos familiares e comunitários, possibilitando a superação de situações de fragilidade social vivenciadas; 
  • Promover aquisições sociais e materiais às famílias, potencializando o protagonismo e a autonomia das famílias e comunidades; 
  • Promover o acesso a benefícios, programas de transferência de renda e serviços socioassistenciais, contribuindo para a inserção das famílias na rede de proteção social de assistência social; 
  • Promover acesso aos demais serviços setoriais, contribuindo para o usufruto de direitos; 
  • Apoiar famílias que possuem, dentre seus membros, indivíduos que necessitam de cuidados, por meio da promoção de espaços coletivos de escuta e troca de vivencias familiares. 

 

 

 

2 – Requisitos e Documentos necessários para acessar o Serviço Oferecido: 

 

O acesso ao PAIF pode ocorrer por procura espontânea por parte dos usuários, busca ativa pela equipe de referência do PAIF e encaminhamento da rede socioassistencial ou das demais políticas públicas.   

Constituem usuários do PAIF as famílias territorialmente referenciadas ao CRAS, em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, do precário ou nulo acesso aos serviços públicos, da fragilização de vínculos de pertencimento e sociabilidade e/ou qualquer outra situação de vulnerabilidade e risco social.  

O atendimento pelo PAIF deve ser de total interesse e concordância das famílias, precedido da análise da equipe técnica, assim nem todas as famílias residentes nos territórios de abrangência dos CRAS e que estão em situação de vulnerabilidade social estão obrigatoriamente inseridas no serviço. 

 

3 – Etapas para a realização do Serviço Ofertado: 

 

PAIF: Principais Etapas do Serviço:  

  • Acolhimento Coletivo: Possui o objetivo de disseminar coletivamente as informações sobre benefícios e outros programas, bem como projetos e ações para as famílias referenciadas nas áreas de abrangência de cada CRAS. 

 

  • Grupos de Famílias PAIF: Ações Socioeducativas (*a partir dos temas geradores). Neste grupo são enfatizadas a difusão de informações e a articulação com a comunidade. Trabalham-se temas básicos e atividades de interesse das famílias, promovendo a informação e o empoderamento da família para a superação de problemas, mobilizando para ações de interface e intersetoriais.  

 

  • Articulação com a Rede de Serviços Socioassistencial ou Intersetorial: A articulação da rede de serviços consiste no estabelecimento de contatos, pactuações, fluxo de informações e encaminhamentos entre os CRAS e a rede de serviços do território. Visa promover o acesso do usuário do PAIF aos demais serviços socioassistenciais de Proteção Básica. 

 

  • Ações Sociocomunitárias: Atividades coletivas que envolvem famílias e indivíduos que moram no território de abrangência do CRAS como, por exemplo, realização de campanhas socioeducativas, palestras, exposições, feiras, apresentações artísticas e culturais etc. Essas atividades promovem interações entre os participantes dos serviços e a comunidade.  

 

  • Acolhimento Individual: É um momento de escuta qualificada, em que se procura decodificar os anseios do indivíduo/ família frente às suas necessidades pessoais, familiares e sociais. Esse processo proporciona atenção digna com qualidade, agilidade, privacidade e objetividade, criação e fortalecimento dos vínculos entre profissional e família e o reconhecimento das demandas implícitas e explicitas, com encaminhamentos adequados. 

 

  • Grupos de Família PAIF – Convivência e Desenvolvimento Familiar:  
  1. Grupos com objetivo de desenvolver a sociabilidade e criar situações em que se possa experimentar a construção, o respeito e a transformação de regras, desenvolver as habilidades de argumentação e comunicação, estimular a cooperação e experimentar formas éticas de resolução de conflitos. Caso esse grupo esteja vinculado a uma atividade prática, deverá ser privilegiado o desenvolvimento de atividades comunicativas, associativas e de convivência. Grupo contínuo e aberto.  
  1. Grupos que visam refletir sobre uma questão relacionada à dinâmica familiar, no qual os participantes trabalham suas dificuldades e potencialidades em relação ao tema. A reflexão não restringe a uma dimensão cognitiva, mas envolve a compreensão da experiência e atitude no cotidiano. Grupo contínuo e fechado em decorrência das questões familiares a serem trabalhadas. 

 

  • Encaminhamentos: São os processos de orientação e direcionamento das famílias, ou algum de seus membros, para serviços e/ou benefícios socioassistenciais ou de outros setores. Tem por objetivo a promoção do acesso aos direitos e a conquista da cidadania.  

 

 

4 – Prazo para a entrega do Serviço Ofertado: 

 

O PAIF integra a rede de serviços de ação continuada da Assistência Social.  

O desligamento da família, deve ser planejado e realizado de maneira progressiva, com acompanhamento familiar por período determinado para verificar a permanência dos efeitos positivos das ações, tendo como referência os resultados esperados.  

 

5 – Forma de Prestação de Serviço: 

 

Através da Acolhida, Oficinas com famílias, Ações comunitárias, Ações particularizadas e encaminhamentos. 

 

6 – Formas de comunicação com o solicitante do Serviço Ofertado:  

 

Através de atendimento presencial, telefone e e-mail.  

Devido o momento atual, pandemia Covid-19, foi acrescentado o celular e WhatsApp institucional.   

 

 

7 – Locais e as formas de acessar o Serviço Oferecido: 

 

O acesso pode ocorrer por procura espontânea por parte dos usuários, busca ativa pela equipe de referência e encaminhamento da rede socioassistencial ou das demais políticas públicas.  

 

Segue endereços dos CRAS e suas áreas de abrangência:  

CRAS 1º de MAIO CRAS JD. PIRATININGA CRAS SANTO ANTONIO CRAS KM 18 CRAS BONANÇA       
Rua Nelson Mandela, 1313 Rua Martin Afonso, 244 Rua Marte, 50 Jd Santo Antonio Rua Vitório Tafarello,578 Km 18 Rua  Antonio Jacinto Rangon,45       
Jd Santa Maria – Tel. 3685-0509 Jd. Piratininga Tel: 3656-4509 Tel: 3699-4201/3685-1989 Tel: 3607-1419/3607-2346 Bonança – Tel. 3654-2912       
CHACARA FAZENDINHA ALIANCA ADALGISA BONFIM ACUCARA       
CONCEICAO CANAA BELA VISTA CENTRO BARONESA       
JARDIM BOA VISTA CASTELO BRANCO BUSSOCABA CIDADE DAS FLORES BONANCA       
JARDIM DOS TRABALHADORES COMENDADOR ANUNZZIATO CIPAVA CIDADE DE DEUS COLINAS D OESTE       
JARDIM MARIA TEREZA IAPI JAGUARIBE INDUSTRIAL AUTONOMISTAS INDUSTRIAL ANHANGUERA       
JARDIM SANTA ISABEL JARDIM DE ALLAH JARDIM AGUA BOA INDUSTRIAL ALTINO JARDIM ARCO IRIS       
OLARIA DO NINO PIRATININGA JARDIM D ABRIL INDUSTRIAL CENTRO JARDIM S RITA DE CASSIA       
PRIMEIRO DE MAIO VILA CORREGO RICO JARDIM DA GLORIA JARDIM AGU JARDIM SANTA FE       
RAPOSO TAVARES CRAS JD. MUNHOZ JARDIM DAYAQUINHA JARDIM ALVORADA JARDIM SÃO MANUEL                                                                                                                        
RECANTO DAS ROSAS Rua Ver. Sadamitu Omosako,112 JARDIM HELENA JARDIM BUENO JARDIM SIMOES DE ALMEIDA       
RODOANEL Jd Munhoz JARDIM IPE JARDIM CACIQUE MORRO DO SOCO       
SANTA MARIA Tel: 3602-0390/ 3656-7570 JARDIM MARCOS JARDIM CALIFORNIA PAIVA RAMOS       
VILA DA CONQUISTA BEL JARDIM JARDIM MAURILOPOLIS JARDIM CAPELARIO PORTAL D OESTE       
VILA DA JUSTICA HELENA MARIA JARDIM N SENHORA DA GLORIA JARDIM CERAMICA PORTAL ITAYARA       
CRAS ROCHDALLE JARDIM ELVIRA JARDIM NOVA AMERICA JARDIM DAS FLORES TRES MONTANHAS       
Rua Águas de Lindóia, 425 JARDIM IMPERIAL JARDIM ORIENTAL JARDIM FLOR DE PRIMAVERA CRAS PADROEIRA       
Jd. Rochdalle – Tel 3691-8074 JARDIM IVONE JARDIM SANTO ANTONINHO JARDIM GRANADA Av. Padroeira, s/n        
AYROSA JARDIM MUNHOZ JUNIOR JARDIM SÃO MIGUEL JARDIM PEDRO PINHO Tel. 3608-3039       
INDUSTRIAL MAZZEI JARDIM SANTA FELICIDADE JARDIM SINDONA JARDIM PESTANA JARDIM DOS AUTONOMISTAS       
INDUSTRIAL REMEDIOS VILA SERVENTINA JARDIM SUELI JARDIM SÃO PAULO JARDIM IGUASSU       
JARDIM D AVILA CRAS JD. VELOSO LOTEAMENTO SANTO ANTONIO KM 18 JARDIM IVETE       
JARDIM ILONA Av. Sarah Veloso, 299  Veloso SANTO ANTONIO MORRO DO FAROL JARDIM MANAH       
JARDIM MARIETA Tel: 3692-5952/ 3609-8826 UMUARAMA PARQUE CONTINENTAL JARDIM MARINA       
JARDIM NOSSO RECANTO CITY BUSSOCABA VILA ESTER PRESIDENTE ALTINO JARDIM OSASCO       
JARDIM NOVA EUROPA CONJUNTO DOS METALURGICOS VILA NOVO OSASCO QUITAUNA JARDIM PACHECO CHAVES       
JARDIM PLATINA JARDIM ADRIANA VILA OLGA SÃO PEDRO JARDIM ROBERTO       
JARDIM RODRIGUES JARDIM BELMONTE VILA PRADO SETOR MILITAR JARDIM SILVESTRE       
JD  S JOAO DA BELA VISTA JARDIM BENFEITOR VILA SANTA CATARINA VILA CAMPESINA JARDIM TURIBIO       
JARDIM VANIA HELENA JARDIM JOELMA VILA SÃO FRANCISCO VILA ISABEL JARDIM VICENTINA       
MUTINGA JARDIM LOFREDO VILA YARA VILA LAUCI PADROEIRA       
PARQUE BANDEIRANTES JARDIM MARIA ISABEL  VILA MILITAR PARQUE DOS PALMARES       
ROCHDALLE JARDIM MARIA PAULA  VILA OSASCO VILA AUGUSTA       
VILA DAS ROSAS JARDIM NOVO OSASCO          
VILA DOS REMEDIOS JARDIM PAULISTA 

                 

JARDIM PRIMAVERA 

         
VILA JULIETA JARDIM SÃO NICOLAU          
VILA MENCK JARDIM SÃO VICTOR          
VILA SÃO JOSE JARDIM TEREZA          
VILA TIETE VELOSO          
           

 

 

 

Q1 – Há prioridade no atendimento? 

 

Público Prioritário 

  • Famílias em situação de vulnerabilidade; 
  • Famílias Beneficiárias dos Programas de Transferência de Renda: Bolsa Família/ Renda Cidadã e BPC. 

 

Q2 – Qual o tempo (médio) de espera para o atendimento? 

  

Não há tempo de espera para atendimento no Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família – PAIF.   

 

Q3 – Sobre o Sistema de Sinalização Visual das Unidades de atendimento? Os Elementos básicos foram instaladas? 

Nos Cras  há placas de identificação dos banheiros feminino e masculino e aos destinado ao público  PCDs. Identificação das salas técnicas e de atividades. 

 

Identificação das rampas de acesso as dependências do Cras. 

 

Q4 – Sobre acessibilidade, limpeza e conforto. Há condições mínimas nas Unidades de Atendimento? 

 

Há condições de acessibilidade aos PCDs, e idosos. Todos os ambientes oferecem condições de atendimento, são limpos e arejados.  

 

Q5 – Há Procedimento estabelecido caso o Sistema de Informatização estiver indisponível? 

 

Há Procedimentos estabelecido caso o Sistema de Informatização estiver indisponível? 

O procedimento de atendimento aos munícipes é realizado por prontuários físico. Não possui sistema informatizado 

 

 

 

 

1 – Serviço Oferecido: 

 

A Proteção Social Básica tem como objetivo prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições e/ou fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, através da oferta de serviços nos equipamentos dos CRAS e Centros de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. 

Serviço De Convivência e Fortalecimentos de Vínculos – SCFV é um serviço ofertado de forma complementar ao trabalho social com famílias realizado por meio do Serviço de Proteção e Atendimento Integral às Famílias (PAIF) e do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado às Famílias e Indivíduos (PAEFI), da Proteção Social Especial. É uma forma de intervenção social planejada que cria situações desafiadoras, estimula e orienta os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais, coletivas e familiares. O SCFV possui um caráter preventivo e proativo, pautado na defesa e afirmação de direitos e no desenvolvimento de capacidades e potencialidades dos usuários, com vistas ao alcance de alternativas emancipatórias para o enfrentamento das vulnerabilidades sociais. 

 

2 – Requisitos e Documentos necessários para acessar o Serviço Oferecido: 

 

Condições: usuários territorialmente referenciados aos Centros de Referência de Assistência Social.  

O Acesso para participar do SCFV – direto, é através de encaminhamento da equipe técnica do PAIF, PAEFI – CREAS (Centro de Referência Especializado da Assistência Social), rede socioassistencial, encaminhamento das demais políticas públicas e procura espontânea.  

 

 

 

 

3 – Etapas para a realização do Serviço Ofertado: 

 

Os usuários do SCFV são divididos em grupos a partir de faixas etárias, considerando as especificidades dos ciclos de vida. Assim as ações do SCFV são norteadas por eixos, conforme os ciclos de vida:   

  1. Criançase adolescentes. Eixos: convivência social, direito de ser e participação. 
  2. Idosos. Eixos:convivência social eintergeracional, envelhecimento ativo e saudável, autonomia e protagonismo. 

 

4 – Prazo para a entrega do Serviço Ofertado: 

 

O SCFV é ofertado de modo contínuo.  

 

5 – Forma de Prestação de Serviço: 

 

Organiza-se em grupos, considerando as especificidades do seu ciclo de vida, de modo a ampliar as trocas culturais e de vivências entre os usuários, com o objetivo de desenvolver seu sentimento de pertence e de identidade.  

 

 

6 – Formas de comunicação com o solicitante do Serviço Ofertado:  

 

Através dos grupos.  

Devido o momento atual, pandemia Covid-19, os grupos, quando possível, estão sendo realizados remotamente: WhatsApp institucional e/ou google meet.  

Acompanhamento do usuário remotamente:  por telefone ou WhatsApp institucional, através do Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família – PAIF.    

 

 

 

 

 

 

7 – Locais e as formas de acessar o Serviço Oferecido: 

 

O acesso para participar do SCFV, é através de encaminhamento da equipe técnica do PAIF, da equipe técnica do PAEFI / CREAS, rede socioassistencial, encaminhamento das demais políticas públicas e procura espontânea do usuário.  

 

CRAS que possuem o SCFV – Direto:  

 

CRAS 1º de Maio – SCFV para Idosos 

Rua Nelson Mandela, 1313 – Jd Santa Maria – Tel. 3685-0509  

 

CRAS Km18 – SCFV para Idosos 

Rua Vitório Tafarello,578 Km 18 – Tel: 3607-1419/3607-2346 

 

CRAS Munhoz – SCFV para Idosos 

Rua Ver. Sadamitu Omosako,112, Jd. Munhoz Júnior – Tel: 3602-0390/ 3656-7570 

 

CRAS Padroeira – SCFV para crianças/ adolescentes   

Av. Padroeira s/n., Jd. Padroeira – Tel. 3608-3039  

 

CRAS Piratininga – SCFV para crianças/ adolescentes e idosos 

Rua Martin Afonso, 244, Jd. Piratininga Tel: 3656-4509  

 

CRAS Rochdale – SCFV para Idosos 

Rua Águas de Lindóia, 425, Jd. Rochdalle – Tel: 3691-8074  

 

CRAS Santo Antônio – SCFV para Idosos 

Rua Marte, 50 Jd Santo Antonio – Tel: 3699-4201/3685-1989  

 

CRAS Veloso – SCFV para criança/ adolescente e idosos 

Av. Sarah Veloso, 299,  Veloso – Tel: 3692-5952/ 3609-8826  

 

 

Q1 – Há prioridade no atendimento? 

 

Público Prioritário 

  • Em situação de isolamento; 
  • Trabalho infantil;  
  • Vivência de violência e/ou negligência;  
  • Fora da escola ou com defasagem escolar superior a 2 (dois) anos;  
  • Em situação de acolhimento;  
  • Em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto;  
  • Egressos de medidas socioeducativas;  
  • Situação de abuso e/ou exploração sexual;  
  • Com medidas de proteção do ECA;  
  • Crianças e adolescentes em situação de rua;  
  • Vulnerabilidade que diz respeito às pessoas com deficiência. 

 

Q2 – Qual o tempo (médio) de espera para o atendimento? 

 

Não há tempo de espera para o atendimento no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. 

 

Q3 – Sobre o Sistema de Sinalização Visual das Unidades de atendimento? Os Elementos básicos foram instaladas? 

Nos Cras há placas de identificação dos banheiros feminino e masculino e aos destinado ao público  PCDs. Identificação das salas técnicas e de atividades. 

Identificação das rampas de acesso as dependências do Cras. 

 

Q4 – Sobre acessibilidade, limpeza e conforto. Há condições mínimas nas Unidades de Atendimento? 

Há condições de acessibilidade aos PCDs, e idosos. Todos os ambientes oferecem condições de atendimento, são limpos e arejados.  

 

Q5 – Há Procedimento estabelecido caso o Sistema de Informatização estiver indisponível? 

Há Procedimentos estabelecido caso o Sistema de Informatização estiver indisponível? 

O procedimento de atendimento aos munícipes é realizado por prontuários físico. Não possui sistema informatizado 

Modalidade Casa de Passagem  

Serviço de Acolhimento Institucional – Unidade Rochdale Masculina  

Localizada na Rua Belo Horizonte nº 87 Bairro: Rochdale  

E.mail: acolhimentorochdalemasculino@gmail.com  

Telefone: 3654-2869  

 

Modalidade Casa de Passagem  

Serviço de Acolhimento Institucional – Unidade Rochdale Mulheres e Famílias   

Localizada na Rua Belo Horizonte nº 87 Bairro: Rochdale  

E.mail: gestaosaimf.sas@osasco.sp.gov.br 

Telefone: 3654-1996 

 

Modalidade Abrigo Institucional  

Serviço de Acolhimento Institucional – Unidade Centro Masculina    

Localizada na Rua Dr. Mariano J. M Ferraz nº 418 Bairro: Centro  

E.mail: acolhimentocentral@osasco.sp.gov.br 

Telefone: 3656-2543 

 

Para elaboração destas respostas utilizamos como referência a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, texto de Orientação para o Reordenamento do Serviço de Acolhimento para População Adulta e Famílias em Situação de Rua.  

   

1 – Serviço Oferecido: 

 

Serviço de Proteção Social de Alta Complexidade  

A especificidade desses Serviços está na oferta de atendimento integral que garanta condições de estadia, convívio, endereço de referência, para acolher com privacidade pessoas em situação de rua e desabrigo por abandono, migração, ausência de residência ou pessoas em trânsito e sem condições de autossustento.  

A organização dos diferentes Serviços de Acolhimento para Pessoas Adultas e Famílias em Situação de Rua tem como objetivo principal atender de forma qualificada e personalizada de modo a promover a construção conjunta com o usuário do seu processo de saída das ruas, com dignidade e respeito a sua vontade e nível de autonomia. 

Deve ser ofertado em unidades (abrigo institucional e casa de passagem) distribuídas no espaço urbano de forma democrática, respeitando o direito de permanência e usufruto da cidade com segurança, igualdade de condições e acesso aos serviços públicos. 

Unidade que oferece acolhimento provisório, inserida na comunidade, com características residenciais, e que proporcione ambiente acolhedor e respeite as condições de dignidade dos seus usuários. Deve ofertar atendimento individualizado e especializado, com vistas a conhecer a história da pessoa que está sendo atendida. É importante também que sejam realizadas abordagens coletivas a fim de favorecer o fortalecimento de vínculos sociais, comunitários e familiares.  

Trabalho ofertado: Acolhida/Recepção; escuta; desenvolvimento do convívio familiar, grupal e social; estudo Social; apoio à família na sua função protetiva; cuidados pessoais; orientação e encaminhamentos sobre/para a rede de serviços locais com resolutividade; construção de plano individual e/ou familiar de atendimento; orientação sociofamiliar; protocolos; acompanhamento e monitoramento dos encaminhamentos realizados; referência e contrarreferência; elaboração de relatórios e/ou prontuários; trabalho interdisciplinar; diagnóstico socioeconômico; Informação, comunicação e defesa de direitos; orientação para acesso à documentação pessoal; atividades de convívio e de organização da vida cotidiana; inserção em projetos/programas de capacitação e preparação para o trabalho; estímulo ao convívio familiar, grupal e social; mobilização, identificação da família extensa ou ampliada; mobilização para o exercício da cidadania; articulação da rede de serviços socioassistenciais; articulação com os serviços de outras políticas públicas setoriais e de defesa de direitos; articulação interinstitucional com os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos; monitoramento e avaliação do serviço; organização de banco de dados e informações sobre o serviço, sobre organizações governamentais e não governamentais e sobre o Sistema de Garantia de Direitos 

Dentre outros serviços ofertados:    

– Oferta de vagas de acolhimento;  

– Café da Manhã  

– Banho e entrega de Kit Higiene   

– Doação de roupa, quando possível 

– Lavagem de Roupa 

– Almoço 

– Café da Tarde 

– Jantar   

– Guarda de pertences   

– Atendimento individual e acompanhamento com técnico (Assistente Social ou Psicólogo) para atendimento de demandas diversas, documentação, saúde, dentre outras demandas apresentadas de necessidade pessoal. 

– Atendimento em Grupo (Assistente Social ou Psicólogo). 

 

2 – Requisitos e Documentos necessários para acessar o Serviço Oferecido: 

 

O público que acessa os Serviços de Acolhimento é diverso, são homens, mulheres, grupos familiares com especificidade de grandes fluxos de migrantes, gays, lésbicas, transexuais, travestis, que fazem das ruas a sua morada e que muitas vezes apresentam histórias sucessivas de violação de direitos decorrentes de discriminação/ submissões as situações que provocam danos e agravos a sua condição de vida e os impedem de usufruir autonomia e bem-estar. 

Nesse sentido, o Serviço requer uma equipe preparada, com postura não discriminatória, atenção e escuta qualificada, dentre outras características necessárias para atender as diversidades deste público. 

Público: Pessoas adultas ou grupo familiar com ou sem crianças, que se encontram em situação de rua e desabrigo por abandono, migração e ausência de residência ou ainda pessoas em trânsito e sem condições de autossustento. ATENCÃO: crianças e adolescentes (de 0 a 18 anos incompletos) só poderão ser atendidos neste serviço acompanhados dos pais e/ou responsáveis. 

 

3 – Etapas para a realização do Serviço Ofertado: 

 

As vagas são ofertadas conforme a capacidade de atendimento da unidade. Na Casa de Passagem Masculina, Unidade Rochdale são ofertadas 60 vagas.  A referência de acolhida pode ser de até 3 (três) meses. Sugere-se que este período não seja fixo, pois cada pessoa tem suas potencialidades e desafios que interferem no processo de desligamento do serviço. Esse processo deve ser construído conjuntamente com o usuário, com dignidade e respeito à sua vontade e nível de autonomia. 

 

As vagas são ofertadas conforme a capacidade de atendimento da unidade. Na Casa de Passagem Mulheres e Famílias, Unidade Rochdale são ofertadas 50 vagas.  A referência de acolhida pode ser de até 3 (três) meses. Sugere-se que este período não seja fixo, pois cada pessoa tem suas potencialidades e desafios que interferem no processo de desligamento do serviço. Esse processo deve ser construído conjuntamente com o usuário, com dignidade e respeito à sua vontade e nível de autonomia. 

 

As vagas são ofertadas conforme a capacidade de atendimento da unidade. No Abrigo Institucional Unidade Centro Masculina, são ofertadas 27 vagas. A referência de acolhimento pode ser de até 6 (seis) meses. Sugere-se que este período não seja fixo, pois cada pessoa tem suas potencialidades e desafios que interferem no processo de desligamento do serviço. Esse processo deve ser construído conjuntamente com o usuário, com dignidade e respeito à sua vontade e nível de autonomia. 

4 – Prazo para a entrega do Serviço Ofertado: 

 

Não existe prazo para entrega do serviço, o acolhimento é realizado conforme oferta de vagas disponível na unidade, e no acompanhamento é construído o período de acompanhamento, a partir das referências de período de permanência disposto nos documentos de referência, na casa de Passagem até 03 meses e no Abrigo Institucional até 063 meses.  

 

No acompanhamento dos casos, as diversas demandas apresentadas de necessidade do caso, a equipe técnica elabora relatório em comunhão com o participante para solicitação do serviço, programa e/ou benefício, sendo o tempo de resposta a depender de cada setor e Secretaria, porém quando a equipe observa morosidade é acionado a Diretoria de Proteção Social Especial para mediar a situação e contribuir na brevidade da resposta.  

 

5 – Forma de Prestação de Serviço: 

 

Os serviços são ofertados por execução direta municipal em caráter continuado, em período ininterrupto de segunda a segunda.   

6 – Formas de comunicação com o solicitante do Serviço Ofertado:  

 

A comunicação é realizada presencialmente, quando o participante comparece no serviço solicitando atendimento.  

 

  1. – Locais e as formas de acessar o Serviço Oferecido: 

 

Modalidade Casa de Passagem  

Serviço de Acolhimento Institucional – Unidade Rochdale Masculina  

Localizada na Rua Belo Horizonte nº 87 Bairro: Rochdale  

E.mail: acolhimentorochdalemasculino@gmail.com  

Telefone: 3654-2869  

 

Modalidade Casa de Passagem  

Serviço de Acolhimento Institucional – Unidade Rochdale Mulheres e Famílias   

Localizada na Rua Belo Horizonte nº 87 Bairro: Rochdale  

E.mail: gestaosaimf.sas@osasco.sp.gov.br 

Telefone: 3654-1996 

 

Modalidade Abrigo Institucional  

Serviço de Acolhimento Institucional – Unidade Centro Masculina    

Localizada na Rua Dr. Mariano J. M Ferraz nº 418 Bairro: Centro  

E.mail: acolhimentocentral@osasco.sp.gov.br 

Telefone: 3656-2543 

 

Formas de Acesso: Adultos e famílias:  

– Por encaminhamento de agentes institucionais de Serviço Especializado em Abordagem Social;  

– Por encaminhamentos do CREAS ou demais serviços socioassistenciais, de outras políticas públicas setoriais e de defesa de direitos;  

– Demanda espontânea 

 

Não é requisito ter documento para acessar o serviço, porém para ser acolhido, o convivente deve informar o nome completo e idade. Depois de alguns dias de frequência no serviço, o participante é convidado a realizar acompanhamento técnico para construção do plano individual de atendimento para sanar necessidades individuais e de convício em sociedade.     

 

Q1 – Há prioridade no atendimento? 

 

Em todos os serviços de atendimento à população em situação de rua, os idosos, pessoas com deficiência e mulheres grávidas são prioridades no atendimento, conforme Lei nº 10.048 de 08 de novembro de 2000.   

Outras situações poderão ser priorizadas, de acordo com a avaliação e critérios construídos pela equipe.  

Q2 – Qual o tempo (médio) de espera para o atendimento? 

 

Diante do levantamento de informações realizado pelo serviço de abordagem social a partir dos atendimentos realizados nos diversos serviços de atendimento à população em situação de rua, foi identificado 723 pessoas em situação de rua, sendo 100 pessoas femininas e 623 masculinas. Observa-se no Brasil que os serviços não oferecem o número de vagas conforme a quantidade de demanda, sempre há demanda reprimida, frente ao exposto, temos número menor de vagas a oferecer em relação a procura. Todos os dias há possibilidade de acolhimento a depender da liberação de vagas.  

 

Q3 – Sobre o Sistema de Sinalização Visual das Unidades de atendimento? Os Elementos básicos foram instaladas? 

As unidades de Acolhimento Institucional Casa de Passagem localizadas no bairro do Rochdale, possuem sinalização dos setores internos de atendimento. A unidade Abrigo Institucional Unidade Centro não possui em todos os ambientes, porque o local de atendimento sofrerá mudança.   

 

Q4 – Sobre acessibilidade, limpeza e conforto. Há condições mínimas nas Unidades de Atendimento? 

As unidades de Acolhimento Institucional Casa de Passagem localizadas no bairro do Rochdale, possuem profissionais de limpeza, a estrutura possibilita conforto porque as unidades foram projetadas conforme normativas, bem como, acessibilidade para atendimento aos conviventes.  

O Abrigo Institucional Unidade Centro possui profissionais de limpeza, quanto ao conforto a unidade não oferece. Há poucas condições para oferta de atendimento, a unidade não possui em sua totalidade condições de acessibilidade.  

 

 

Q5 – Há Procedimento estabelecido caso o Sistema de Informatização estiver indisponível? 

 

No serviço de Acolhimento Institucional Unidade Rochdale Masculino, é o único serviço que iniciou registro de atendimento no sistema 156, estamos em processo de monitoramento e avaliação para aprimoramento dos registros de atendimento de todos os profissionais.  

Nas outras unidades de acolhimento, os prontuários são físicos para registro da entrevista, atendimentos e acompanhamentos.   

O acesso do serviço de acolhimento é presencial, não havendo possibilidade de acesso por via eletrônica ao participante diante da situação de vulnerabilidade que encontra-se.  

 

1 – Serviço Oferecido: 

 

Serviço de Proteção Social de Média Complexidade  

Oferece trabalho técnico para a análise das demandas dos usuários, orientação individual e grupal e encaminhamentos a outros serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas que possam contribuir na construção da autonomia, da inserção social e da proteção às situações de violência.  

Deve promover o acesso a espaços de guarda de pertences, de higiene pessoal, de alimentação e provisão de documentação civil. Proporciona endereço institucional para utilização, como referência, do usuário.  

Dentre outros serviços ofertados:    

– Café da Manhã  

– Banho e entrega de Kit Higiene   

– Doação de roupa, quando possível 

– Lavagem de Roupa 

– Almoço  

– Guarda de pertences   

– Atendimento individual e acompanhamento com técnico (Assistente Social, Psicólogo ou Terapêutica Ocupacional) para atendimento de demandas diversas, documentação, saúde, dentre outras demandas apresentadas de necessidade pessoal. 

– Atendimento em Grupo (Assistente Social, Psicólogo ou Terapêutica Ocupacional)   

– Café da Tarde 

Objetivos:  

– Possibilitar condições de acolhida na rede socioassistencial;  

– Contribuir para a construção de novos projetos de vida, respeitando as escolhas dos usuários e as especificidades do atendimento;  

– Contribuir para restaurar e preservar a integridade e a autonomia da população em situação de rua;  

– Promover ações para a reinserção familiar e/ou comunitária 

 

No contexto de pandemia Covid 19 e transferência da unidade para local temporário por causa da reforma e ampliação da unidade localizada no bairro Piratininga, estão sendo ofertados serviços emergenciais.   

– Café da Manhã  

– Banho e entrega de Kit Higiene   

– Doação de roupa, quando possível 

– Almoço 

– Guarda de pertences   

– Atendimento individual e acompanhamento com técnico (Assistente Social, Psicólogo ou Terapêutica Ocupacional) para atendimento de demandas diversas, documentação, saúde, dentre outras demandas apresentadas de necessidade pessoal.  

 

2 – Requisitos e Documentos necessários para acessar o Serviço Oferecido: 

 

Usuários atendidos: Jovens, adultos, idosos e famílias que utilizam as ruas como espaço de moradia e/ou sobrevivência.  

Serviço ofertado para pessoas que utilizam as ruas como espaço de moradia e/ou sobrevivência. Tem a finalidade de assegurar atendimento e atividades direcionadas para o desenvolvimento de sociabilidades, na perspectiva de fortalecimento de vínculos interpessoais e/ou familiares que oportunizem a construção de novos projetos de vida.  

Nesse serviço deve-se realizar a alimentação de sistema de registro dos dados de pessoas em situação de rua, permitindo a localização da/pela família, parentes e pessoas de referência, assim como um melhor acompanhamento do trabalho social.  

Formas de Acesso: Encaminhamentos do Serviço Especializado em Abordagem Social, de outros serviços socioassistenciais, das demais políticas públicas setoriais e dos demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos; Demanda espontânea.  

Não é requisito ter documento para acessar o serviço, porém para ser atendimento em qualquer serviço ofertado, o participante deve informar o nome completo e idade. Depois de alguns dias de frequência no serviço, o participante é convidado a realizar acompanhamento técnico para construção do plano individual de atendimento para sanar necessidades individuais e de convício em sociedade.     

 

3 – Etapas para a realização do Serviço Ofertado: 

 

Não existe etapas para realização do serviço ofertado, porém o participante ao aderir a participação no serviço é estimulado a ser acompanhado pelo técnico para construção do plano de atendimento individual para construção de estratégias para saída da situação de rua. Ao aderir ao serviço o participante também assina Regra de Convivência, contendo direitos e deveres para uma boa convivência.   

  

4 – Prazo para a entrega do Serviço Ofertado: 

 

Não existe prazo para entrega do serviço, porque alguns serviços ofertados são entregues de forma cotidiana a partir da participação do usuário.  

 

As diversas demandas apresentadas de necessidade do caso, a equipe técnica elabora relatório em comunhão com o participante para solicitação do serviço, programa e/ou benefício, sendo o tempo de resposta a depender de cada setor e Secretaria, porém quando a equipe observa morosidade é acionado a Diretoria de Proteção Social Especial para mediar a situação e contribuir na brevidade da resposta.  

 

5 – Forma de Prestação de Serviço: 

 

Os serviços são ofertados por execução direta municipal em caráter continuado, de segunda a sexta em horário comercial, das 08h às 17h, porém no período da pandemia o horário foi reduzido, ficou das 08h às 14h.   

 

6 – Formas de comunicação com o solicitante do Serviço Ofertado:  

 

A comunicação é realizada presencialmente, quando o participante comparece no serviço solicitando atendimento, diante de suas necessidades.  

 

  1. – Locais e as formas de acessar o Serviço Oferecido: 

 

O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua – Centro Pop, esta localizado em local temporário no CRAS Km 18 Rua Vitório Tafarello nº 578 Osasco SP.  

E.mail: centropop.sas@osasco.sp.gov.br 

              

Após a reforma da unidade o serviço será oficialmente na Rua Martin Afonso nº 244 Bairro: Jardim Piratininga Cep: 6233130.   

Q1 – Há prioridade no atendimento? 

 

Em todos os serviços de atendimento à população em situação de rua, os idosos, pessoas com deficiência e mulheres grávidas são prioridades no atendimento, conforme Lei nº 10.048 de 08 de Novembro de 2000.   

Outras situações poderão ser priorizadas, de acordo com a avaliação e critérios construídos pela equipe.  

Q2 – Qual o tempo (médio) de espera para o atendimento? 

 

O Centro Pop tem capacidade para atender 80 pessoas por mês, porém estamos atendendo acima da capacidade do serviço, diante da ausência de outro serviço. Não há espera para atendimento, somente no dia a dia a espera ocorre conforme ordem de chegada para utilização dos serviços de necessidade pessoal.   

 

 

Q3 – Sobre o Sistema de Sinalização Visual das Unidades de atendimento? Os Elementos básicos foram instaladas? 

 

No local utilizado de forma temporária para oferta do serviço não há sinalização. Como o Centro Pop está em processo de reforma e ampliação, a sinalização visual foi prevista no projeto de construção e arquitetura.  

 

Q4 – Sobre acessibilidade, limpeza e conforto. Há condições mínimas nas Unidades de Atendimento? 

 

Condições de acessibilidade somente em alguns ambientes. Quanto a limpeza a unidade possui profissionais para realização e conforto não há, porque os móveis e estrutura não estão apropriados para os trabalhadores e atendimento ao público.  

 

Q5 – Há Procedimento estabelecido caso o Sistema de Informatização estiver indisponível? 

 

Na unidade não há prontuário eletrônico, é utilizado prontuários físicos para registro da entrevista, atendimentos e acompanhamentos.   

O acesso ao serviço é presencial, não havendo possibilidade de acesso por via eletrônica ao participante, diante das necessidades pessoais de cada participante.  

 

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